domingo, 23 de fevereiro de 2014

Reservas do Botafogo batem os titulares do Fluminense



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Prenúncio de nova derrota!
Esse era o pensamento da torcida do Botafogo ao ser anunciado que os reservas atuariam no jogo contra o Fluminense. O time já havia feito outras partidas pelo Estadual e não havia empolgado a torcida. Pelo contrário: acumulando empates e derrotas, mesmo enfrentando times pequenos, o panorama não era muito animador quando se tratava de enfrentar o Fluminense, líder do campeonato antes de começar a rodada, vindo de várias vitórias seguidas e atuando com sua força máxima.
Em campo, o que se viu foi algo bem diferente. Com um começo de jogo melhor do que o do adversário, o Botafogo criou algumas chances de gol. O Fluminense tentava assustar no jogo aéreo e chegou a ter gol anulado por impedimento corretamente marcado.
O Botafogo tocava mais a bola e, em uma boa jogada de ataque, a bola foi lançada para a esquerda, o lateral do Fluminense tentou cortar e acabou ajeitando a bola para o chute de Henrique, que bateu forte e rasteiro para vencer Cavalieri: 1X0.
Mesmo com a vantagem, o Botafogo não se encolheu e continuou buscando o jogo. O jogo ficou equilibrado, mas os goleiros não foram muito exigidos.
No segundo tempo, o Fluminense voltou tentando marcar um gol logo no começo do jogo. Carlinhos chutou de fora da área e obrigou Helton Leite, que ganhou a posição de Renan, a fazer uma boa defesa. O Botafogo respondeu com um chute de Gegê, de fora da área, que passou raspando a trave.
Pelo lado do Fluminense, Renato sacou Rafael Sóbis e colocou Walter, que sempre tem entrado e feito gols. Pelo lado do Botafogo, Húngaro tirou Lucas, por contusão, e colocou Lodeiro; tirou Gegê e colocou Jorge Wagner. E, após um chute de Jorge Wagner, que bateu na zaga, Henrique pegou a sobre e fez o segundo gol dele e do Botafogo. O jogador, que no ano passado não fez nenhum gol pelo Glorioso, já fez cinco gols nesse ano. Logo depois, em um cruzamento certeiro de Júnior César, Bolatti entrou de surpresa e, de primeira, fez o terceiro.
O Fluminense ainda teve a chance de diminuir. Em um cruzamento, a bola bateu na barriga de Dankler e, erradamente, o juiz deu pênalti, alegando Mao do zagueiro botafoguense. Se a bola realmente bateu na mão de Dankler, foi um toque involuntário. Mas o lance serviu para consagrar Helton Leite. Fred, o centroavante de Felipão, bateu e o goleiro alvinegro defendeu.
O jogo terminou em 3X0 para o Glorioso, que aproximou-se da parte de cima da tabela e ainda sonha com a classificação para as semifinais. Os reservas ganham “moral” para a sequência do campeonato e o time viaja mais tranquilo e confiante para o confronto de quarta-feira pela Libertadores.
Pontos positivos do jogo, além da vitória:
Helton Leite se mostrou um reserva mais seguro para Jefferson, uma vez que Renan – que, diga-se de passagem, é um bom goleiro – tem se mostrado muito inseguro e falhou em alguns gols que tomou.
Henrique tem se mostrado mais confiante e vem fazendo gols – está na briga pela artilharia do Carioca. Com a saída de Elias para um clube chinês, se mostra como opção para o ataque na Libertadores.
Júnior César é uma ótima sombra para o titular Júlio César na lateral-esquerda. Boa atuação do lateral, que fez o cruzamento para o gol de Bolatti.
E Eduardo Húngaro que, com calma, parece estar conseguindo ajustar o time.       
  

sábado, 22 de fevereiro de 2014

Empate contra Volta Redonda dificulta situação no Carioca



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O time titular do Botafogo entrou em campo nas duas últimas rodadas para tentar melhorar as chances do time no Estadual. Na 8ª rodada, contra o Duque de Caxias, o Botafogo passou sufoco, saiu atrás no placar, mas conseguiu a virada e a vitória por 2X1. Contra o Volta Redonda, na quinta-feira, pela 9ª rodada, o Botafogo também passou sufoco, saiu na frente, mas permitiu o empate do Volta Redonda: 1X1.
Com este resultado, as chances do Botafogo no Carioca ficaram mais complicadas. O Glorioso ocupa, no momento, a 8ª posição, com apenas 12 pontos ganhos. O 4° colocado, o Vasco, tem 18. A Cabofriense, 3ª colocada, tem 19. O detalhe é que o Botafogo já jogou contra estes dois times, sendo derrotado por ambos.
No domingo, o Botafogo enfrenta o Fluminense. Como o fogão irá viajar na segunda-feira, para jogar pela Libertadores, deverá utilizar os reservas no clássico. Caso perca para o Fluminense – o que é mais provável –, o Botafogo só poderá alcançar 15 pontos, caso vença as 5 últimas rodadas (lembrando que, na 13ª rodada, o Fogão fará o clássico contra o Flamengo), chegando a 27 pontos no total – desde que vença o Flamengo. Neste caso, teria que torcer por tropeços de Vasco ou Cabofriense para poder ficar com a quarta vaga.
É lógico que o foco da equipe, desde o início, é a Libertadores. Nem jogadores, nem comissão técnica nem diretoria desmentem este fato. Mas era de se esperar um pouco mais de empenho da equipe, principalmente jogando contra equipes pequenas.
Vamos apenas esperar que todo este desinteresse pelo Estadual se converta em algo positivo na campanha da Libertadores.   

domingo, 16 de fevereiro de 2014

Deu pro gasto



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O Botafogo precisa reagir no Campeonato Carioca se quiser ficar entre os quatro times que se classificarão para as semifinais. Por isso, Eduardo Húngaro decidiu escalar os titulares contra a equipe do Duque de Caxias – e, provavelmente,contra o Volta Redonda, quinta-feira – para que o time possa acumular pontos e encoste na parte de cima.
Contra o Duque de Caxias, o Botafogo jogou melhor, mas esbarrou na boa atuação do goleiro Andrade, do Duque. E, quando o jogo parecia que ia ficar no 0X0, o Botafogo levou um susto: a zaga bateu cabeça e acabou fazendo gol contra. Duque 1X0. Aí, parece que o Glorioso acordou de vez. O time foi para cima e, após cruzamento, Ferreyra dominou, virou e chutou no canto, empatando a partida. Pouco depois, o mesmo Ferreyra recebeu a bola, tirou do goleiro e foi derrubado. Pênalti que Jorge Wagner bateu, colocando o Botafogo em vantagem: 2X1. Segundo jogo dos titulares no Carioca; segunda vitória.
Não foi a vitória que se esperava. O Duque de Caxias, na zona de rebaixamento e sério candidato a cair para a Série B, parecia uma presa fácil. Goleada à vista! Porém, o Duque segurou o resultado, saiu na frente e só não venceu devido à sua fragilidade.
Ao sair perdendo, o Botafogo pareceu ter acordado e resolveu decidir o jogo. Se fosse para perder para o Duque de Caxias, os reservas resolviam. O time titular, além de pegar ritmo para a Libertadores, tinha a obrigação de vencer para não acabar com as esperanças do time no Estadual.
Com a vitória, magra, mas bem-vinda, o Botafogo pulou para o 8º lugar com 11 pontos. O Fogão está a quatro pontos do Vasco, 4º colocado com 15 pontos.
Contra o Volta Redonda, quinta-feira, o Botafogo deverá utilizar novamente a equipe titular. Contra o Fluminense, no domingo, Húngaro deve optar pelos reservas, uma vez que o Botafogo viajará para o Chile na segunda-feira, e o técnico quer poupar a equipe do cansaço e de contusões que possam ocorrer contra o Tricolor.              
 

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Time e torcida com “cara” de Libertadores



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O Botafogo estreou na fase de grupos fazendo o que se esperava dele. Empurrado por mais de 30 mil torcedores, o Glorioso venceu o adversário considerado como sendo o mais perigoso do grupo e rival direto na briga por uma vaga.
Time e torcida parecem ter encarnado o “espírito” da Libertadores. Nos dois jogos em casa a torcida compareceu – aproximadamente 53 mil no primeiro jogo e 32 mil no segundo –, empurrou e jogou junto com o time
E o time não decepcionou. Depois de meter 4X0 no Deportivo Quito, o Botafogo enfrentou um adversário muito mais perigoso: o atual campeão argentino e um dos melhores – se não o melhor – times argentinos da atualidade.
O treinador Eduardo Húngaro insistiu em manter Tanque Ferreyra como titular, apesar dos protestos de parte da torcida e de parte da imprensa. E sua insistência foi recompensada. Após chute de Jorge Wagner, Ferreyra pegou o rebote do goleiro e marcou seu primeiro gol pelo Botafogo. No segundo tempo, Wallyson acertou um belo chute de fora da área e marcou o segundo.
O Botafogo foi superior o tempo todo. O San Lorenzo veio com uma proposta defensiva, com três volantes para marcar o meio-campo do Botafogo e não dar espaços para a criação de jogadas ofensivas. Ferreyra, entretanto, conseguiu fazer bem o pivô e abriu alguns espaços na defesa do time argentino. Quando sofreu os dois gols, o técnico Bauza mexeu na equipe, tentando torná-la mais ofensiva, mas o Botafogo continuou bem e não deu espaços ao San Lorenzo.
É importante notar o fato de que o Botafogo não se acomoda quando faz um gol. No jogo contra o Deportivo Quito, mesmo com um placar de 2X0, que lhe favorecia, o time continuou jogando no ataque e fez mais dois. Contra o San Lorenzo, não se acomodou com 1X0 e procurou ampliar o placar.
Húngaro tem se mostrado corajoso. Quando tirou Ferreyra, o treinador colocou outro atacante, Henrique, em vez de colocar mais um volante para reforçar a marcação. Tem atuado com quatro homens no meio – dois volantes e dois meias – e dois atacantes. O time toma cuidados defensivos, mas joga buscando o ataque.
Se será campeão ou não da Libertadores, só o tempo dirá. Mas o time tem demonstrado, até agora, empenho para isso. E a torcida tem sido um dos pontos altos. Tem comparecido, tem feito festa, tem incentivado. Só precisa ter calma e entender que nem sempre o Botafogo vai ganhar. Entretanto, luta e disposição para isso não têm faltado.            
 

domingo, 9 de fevereiro de 2014

Quem é San Lorenzo, o primeiro adversário do Botafogo na fase de grupos?



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O San Lorenzo, o primeiro adversário do Botafogo pela fase de grupos da Taça Libertadores, dia 11, vive dois momentos distintos. Se, por um lado, o time é o atual campeão do Torneio Inicial do Campeonato Argentino, por outro vem de uma sequência de quatro jogos sem vitórias. Na sexta-feira, na estreia do Torneio Final do Campeonato Argentino, o time foi derrotado pelo Olimpo, em Buenos Aires, por 2X0. No Torneio Inicial, o Olimpo ficou apenas em 15º lugar.
O San Lorenzo é considerado, atualmente, o melhor time argentino. O meio-campo da equipe é habilidoso e o ataque é jovem. O time costuma jogar ofensivamente, mesmo quando atua fora de casa. O ponto fraco do time é a defesa, mas o goleiro Torrico é considerado um dos melhores goleiros dentre os que atuam na Argentina. As estrelas da equipe, entretanto, são o meia Ignácio Piatti e o atacante Angel Correa.
Com a má sequência do time, o clube substituiu o treinador Juan Pizzi por Edgardo Buaza, o que pode mudar o estilo de jogo do San Lorenzo. O clube também contratou o centroavante Blandi, que estava no Boca Juniors.  
Em relação à Taça Libertadores, o treinador Bauza disse não ter gostado da classificação do Botafogo e que preferia outro adversário, embora já imaginasse que o Botafogo seria o time classificado para o grupo 2. O treinador ainda disse que vai ser muito complicado enfrentar o Botafogo.
Os outros times que completam o grupo 2 são o Independiente Del Valle, do Equador, e Unión Española, do Chile.
    

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

O gigante voltou!



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O Gigante Voltou!
A frase, embora já esteja batida de tanto que foi utilizada como manchete pelos jornais, reflete bem o que foi o Botafogo nesta pré-Libertadores, principalmente o Botafogo do jogo da volta: um gigante que estava adormecido e que parece, finalmente ter acordado. E gigante em vários aspectos.
Gigante em sua torcida, que praticamente lotou o Maracanã para empurrar o time, fazendo uma festa de arrepiar até mesmo os mais insensíveis. Teve mosaico, bandeira em homenagem a Nilton Santos – falecido no ano passado – e músicas sendo cantadas horas antes do jogo começar. A torcida do Botafogo fez barulho antes, durante e depois do jogo. Apoiou e empurrou o Botafogo e pressionou o Deportivo Quito e o juiz. Uma festa em preto e branco nas arquibancadas, que contou com torcedores ilustres: a eterna musa Beth Carvalho – quando ela chegou ao estádio, o Botafogo fez o primeiro gol –, Sidney Magal – que teve sua música, “O meu sangue ferve por você”, entoada como um hino durante o jogo –, Donizete Pantera, um dos ídolos do título brasileiro de 1995, Marcelo Adnet etc. E Gérson! O “Canhotinha de Ouro” estava comentando o jogo para a rádio Transamérica e não se conteve: em um dos gols do Botafogo, ficou em pé na cabine, tirou a camisa e ficou girando, assim como fazia boa parte dos torcedores.
Em campo, o Botafogo começou nervoso. O time confundiu velocidade com pressa e garra com raiva. Os jogadores trocaram empurrões e xingamentos com os equatorianos e entraram em divididas duras. Erraram muitos passes e limitaram o jogo a chutões. Quando o time colocava a bola no chão, conseguia criar algumas boas chances. Lodeiro e Wallyson acertaram a rede, mas pelo lado de fora; Ferreyra cabeceou uma bola na trave. Até que, em um lançamento, Jorge Wagner cabeceou, Ferreyra atraiu a atenção dos zagueiros e Wallyson entrou livre para fazer o primeiro gol. O time foi para o vestiário com 1X0, o que deu mais tranquilidade para o segundo tempo.
Na volta, o Botafogo veio mais tranquilo e continuou pressionando. A entrada de Elias deu mais movimentação ao ataque. E, mesmo sem fazer gols, Elias participou dos três seguintes. Primeiro tocou de cabeça para Lodeiro, que lançou para Wallyson avançar, entortar o zagueiro e marcar o segundo gol; depois Elias recebeu a bola no meio de dois zagueiros e lançou Wallyson, que entrou livre e fez o terceiro. O atacante deu lugar a Henrique, e saiu ovacionado. Henrique entrou com a missão de prender a bola no ataque. Fez mais do que isso. Júlio César avançou e cruzou para Elias, que cabeceou; a bola bateu no zagueiro e sobrou para Henrique marcar o quarto e selar a goleada.
Méritos, também, para Eduardo Húngaro. Quando o Botafogo fez o segundo gol, placar que o classificava, o treinador não recuou o time. Mesmo com 3X0, tirou um atacante, Wallyson, e colocou outro atacante, Henrique, ao contrário da maioria dos técnicos, que colocaria um volante. O time jogou para cima, procurou o resultado, deu show.
A torcida compareceu e agora terá que abraçar de vez o time na fase de grupos, que já começa na terça-feira contra uma pedreira: o San Lorenzo, da Argentina. É jogo para, pelo menos, 40 mil no Maraca. O San Lorenzo é mais time que o Deportivo Quito, por isso não podemos esperar goleada – se vier, melhor ainda –, mas uma vitória em casa é fundamental, principalmente contra um time que deverá ser o principal adversário do Botafogo nesta fase.          
  

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Dia “D”!



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A quarta-feira será o Dia “D” para o Botafogo. O clube irá decidir sua sorte na Libertadores, precisando vencer o Deportivo Quito, do Equador, por uma diferença de dois gols para não ter que decidir a partida nos pênaltis.
A torcida tem feito a sua parte. Segundo tem sido divulgado, algo entre 23 e 25 mil ingressos já foram vendidos (o site Lancenet! fala em pouco mais de 23 mil; já o Globoesporte.com fala em mais de 25 mil). O Botafogo colocou pouco mais de 60 mil ingressos à venda, e a expectativa é de que tenha mais de 40 mil botafoguenses no Maracanã.
Em relação ao time, Eduardo Húngaro reconheceu que Ferreyra ficou muito isolado no primeiro jogo. Para o jogo da volta, o técnico deverá retirar um volante e escalar um meia ou um atacante. Daniel é o mais cotado, mas Elias e Wallyson também podem ter uma chance. Caso opte por Daniel, o time irá atuar com um esquema tático parecido ao que Oswaldo de Oliveira implantou, com dois volantes de contenção, três meias e um atacante – um 4-2-3-1. Caso opte por Elias ou Wallyson, o time atuará em um 4-4-2, com Ferreyra devendo ficar mais fixo e Elias ou Wallyson tendo mais liberdade de movimentação.
A dúvida fica por conta do aproveitamento de Bolatti. No esquema com três volantes, Marcelo Mattos, Gabriel e Bolatti seriam os titulares. Se atuar com apenas dois, Húngaro teria de retirar Mattos ou Gabriel para a entrada do argentino, ou deixá-lo no banco, como opção.
Já o Deportivo, desta vez, não terá o auxílio da altitude. O time deverá jogar fechado, explorando os contra-ataques para tentar marcar um gol fora de casa. Portanto, o Botafogo precisa ser ofensivo, mas não pode se descuidar na marcação. Caso o Deportivo faça um gol, o Botafogo precisará marcar três.
A torcida também precisa ser paciente e tem que empurrar o time, mas sem afobá-lo. O time do Botafogo precisará de calma para romper a provável retranca dos equatorianos. Mesmo que o Botafogo faça um gol, o Deportivo não deverá sair para o jogo, uma vez que derrota por 1X0 leva o jogo para os pênaltis. Assim como o Botafogo, o time de Quito poupou seus titulares no jogo de fim de semana pelo Campeonato do Equador.
Uma das armas do Botafogo poderá ser as faltas fora da área, com Jorge Wagner e Edílson. Sofrendo pressão, os equatorianos deverão fazer muitas faltas, que poderão ser aproveitadas pelo alvinegro.
No mais, é torcer e empurrar o Fogão rumo à vitória.